IA para o bem da humanidade

Muito se propaga sobre o ganho econômico que a inteligência artificial pode proporcionar às empresas e às pessoas que a implementarem em suas atividades. No cotidiano online, esse é um dos argumentos mais presentes e verificáveis.

O que defendemos não é essa perspectiva. Sim, a IA pode garantir benefícios financeiros, mas a nossa defesa é pelo ganho no bem-estar humano e social que ela pode garantir, em especial às camadas mais vulneráveis da humanidade.

Foi nesse sentido que o Brasil se tornou um dos signatários da “Declaração sobre Inteligência Artificial Inclusiva e Sustentável para as Pessoas e o Planeta”, em fevereiro de 2025, juntamente com mais de 100 países, na Cúpula de Ação em IA, em Paris.

Dentre as prioridades assumidas pelos signatários da Cúpula está o uso da IA para reduzir desigualdades sociais, a implementação da IA para moldar positivamente o mercado de trabalho e tornar a IA sustentável para as pessoas e o planeta.

Então, incentivamos que se coloque à frente o objetivo de usar a IA para melhorar processos visando ao bem das pessoas, posicionando os ganhos financeiros em segundo plano, pois, certamente, quando o ser humano se sente bem, as empresas também obtêm lucros.